quinta-feira, 16 de junho de 2011
Oeste Infantil
O Ser a Brincar esteve presente no Oeste Infantil.
O stand "Portugal a Brincar" foi visitado por muitos alunos de variadas escolas.
Os alunos puderam experimentar os jogos de expressão dramática, que são realizados nas aulas do Ser a Brincar com as categorias: indivíduo e grupo, sensações e emoções, corpo e voz e espaço e objectos.
Tiveram também a oportunidade de desenhar num mural, deixando a sua marca, e de tirar fotografias com a mascote do Ser a Brincar.
Depois de muitos risos e brincadeiras, deixamos aqui algumas imagens de recordação.
O stand "Portugal a Brincar" foi visitado por muitos alunos de variadas escolas.
Os alunos puderam experimentar os jogos de expressão dramática, que são realizados nas aulas do Ser a Brincar com as categorias: indivíduo e grupo, sensações e emoções, corpo e voz e espaço e objectos.
Tiveram também a oportunidade de desenhar num mural, deixando a sua marca, e de tirar fotografias com a mascote do Ser a Brincar.
Depois de muitos risos e brincadeiras, deixamos aqui algumas imagens de recordação.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
34ª semana - Processo Criativo
Nesta semana da Grande Festa da Criança, os alunos continuaram com as aulas de processo criativo.
Alguns alunos continuaram o trabalho iniciado nas aulas anteriores: representação de histórias, teatros de fantoches e ensaios para as festas de final de ano.
Os storyboards estiveram presentes em diversas aulas: exposições com a possibilidade de conversar com os autores dos mesmos e dramatização das histórias.
Foram criadas histórias através de desenhos que resultaram em apresentações muito originais, e no final a melhor história foi eleita pelos colegas da turma.
A literatura e a pintura estiveram presentes em várias aulas.
Os quadros famosos continuaram a ser um ponto de partida para a criação de diversas histórias e dramatizações.
A literatura consistiu também num ponto de partida para a criação. Ilustração e dramatização do poema “Tudo de pernas para o ar” de Luísa Ducla Soares e dramatização do conto “Um dia na Floresta” consistiram em dois momentos de criação. Alguns alunos começaram a encenação de contos: distribuíram personagens, escolheram um encenador e desenvolveram formas variadas de apresentar o conto (com o corpo ou através da manipulação de objectos). Os contos usados nestas aulas foram: “A Princesa e a Ervilha” de Hans Christian Anderson, “O Príncipe Sapo” dos Irmãos Grimm, “A Menina dos Fósforos” de Hans Christian Anderson e “A Polegarzinha” de Hans Christian Anderson.
Além dos contos e poemas, os provérbios populares também possibilitaram dramatizações divertidas.
Por fim, alguns alunos realizaram o jogo das cadeiras, “o que estás a fazer” e andaram pelo espaço como se fossem outra personagem.
domingo, 5 de junho de 2011
33ª semana - Processo Criativo
Nesta semana o Processo Criativo voltou a dar que fazer aos nossos alunos que tudo fizeram para atingir os objetivos que lhes propusemos. Algumas turmas começaram já a preparar exercícios finais para apresentações posteriores.
Os storyboards voltaram a estar na mira dos nossos alunos, alguns fizeram a sua construção e outros a sua dramatização, as histórias que deram origem a estes storyboards eram originais e outras adaptações.
Realizaram-se dramatizações do conto "Uns óculos para a Marta", de Luísa Ducla Soares e apresentações de pequenas cenas do quotidiano, fazendo dramatizações de guiões escritos na semana passada. Dramatizaram-se ainda histórias que partiram de desenhos sobre sensações e emoções e ainda tendo em conta obras de pintores do século XX, imaginado que eram personagens das pinturas.
Construíram-se personagens a partir do preenchimento de bilhetes de identidade das mesmas, dando-lhes características psicológicas e físicas que vieram depois a ser usadas na construção de cidades onde todos se cruzavam e interagiam e jangadas onde lutavam pela sobrevivência.
Realizaram-se desenhos coletivos onde todos fizeram uma parte do mesmo e ainda, em grupos, foram elaborados desenhos como forma de caracterizar personagens e espaços depois de apresentações à turma e de se contar uma história a partir dele.
Com os fantoches criámos histórias coletivas tendo como base personagens das aulas passadas e ainda concursos de histórias para uma apresentação pública a decorrer na feira saloia de uma das nossas escolas.
32ª semana - Processo Criativo
O Processo Criativo continua ao rubro. Surgem cada vez mais histórias engraçadas e repletas de imaginação.
Esta semana continuámos a trabalhar a construção de narrativas e a criação de personagens. Surgiram mais storyboards, provérbios mimados, feiras e mercados.
Foram feitos cartões de identidade onde se criaram personagens com determinada idade e profissão. Depois cada personagem foi dramatizada para que se descobrisse quem era e o que fazia.
Sentados em mantas e com base nelas, os grupos tinham que contar uma história onde a incluíssem (podiam transforma-la num objeto ou um espaço), tivemos tapetes voadores, naves espaciais, toalhas de pic nics, camas, carros, capas de super heróis, etc.
Continuámos em algumas turmas, a ler o conto frei joão sem-cuidados para fazer ilustrações e falarmos sobre as mesmas.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
31ª semana - Processo Criativo
Esta semana continuámos com o Processo Criativo nas nossas aulas, demos seguimento às histórias criadas com fantoches e alguns meninos encarnaram as personagens que foram criadas com os mesmos. Fizemos mais histórias coletivas, criámos guiões e storyboards, dramatizámos a partir das suas histórias.
Foram dramatizados também alguns provérbios. Continuámos a organizar feiras populares a criar as diversões e bancas e houve quem por lá passeasse e se divertisse.
A partir de alguns dados (personagens/espaços), que serviam como base, foram realizadas improvisações. As personagens eram caracterizadas com nome, idade, profissão, defeitos, qualidades e até os veículos que conduziam, a imaginação voo bem alto.
Com base em fotografias antigas, tentámos descobrir o que teria acontecido antes e depois de tirar a fotografia, será que acertámos em algumas das histórias?
Trabalhámos o dilema em que apenas seis pessoas podem ir numa jangada para saírem de uma ilha onde naufragaram… a missão era conseguir convencer, com os melhores argumentos quem deve ir, quem é realmente importante?
Lemos contos tradicionais, falámos sobre a história e suas personagens, cada um pôde dar largas à sua imaginação e ilustrar o conto à sua maneira.
Deixamos aqui algumas das ilustrações do conto “Frei João sem cuidados” onde o Moleiro ajuda o Frei João a responder às difíceis perguntas que o Rei lhe fez: Quanto pesa a lua? Quanta água tem o mar? Em que é que eu estou a pensar?
Para a semana continuamos com muita criatividade, imaginação a funcionar e muitos sorrisos!
terça-feira, 10 de maio de 2011
30ª Semana – Processo Criativo
A imaginação e criatividade dos alunos estiveram ao rubro esta semana! Algumas aulas começaram com aquecimento corporal e vocal para descontrair os alunos, outras iniciaram-se com o jogo das estátuas com criação de personagens relacionadas com a família ou então ainda com uma conversa sobre as férias da Páscoa, ainda bem presentes nas memórias de todos.
Deixaram a imaginação fluir recriando uma fábula no seu lugar favorito. Foram representadas com sons e gestos pequenas histórias a partir de lugares ou personagens, originando um Dr. Frankenstein que acabou a vender gelados ou um casamento num templo japonês em que dois elásticos fizeram de alianças dos noivos. Uma turma teve de se organizar no Jogo dos Argumentos, convencendo o grupo quem seriam as diferentes personagens ideais para uma viagem espacial. Prosseguiram as histórias em cadeia, povoadas de moscas feitas de bicos de lápis, relva feita de gomas, fantasmas aspiradores, princesas, girafas vaidosas…o jogo da cadeia mimada voltou a dar cartas, assim como o leitor improvisado que, depois de criadas as narrativas, prosseguiu para a representação dos textos dentro e fora de contexto. Foram feitas representações em autocarros imaginários ou ainda recriadas pequenas situações no mercado. A feira popular também foi palco de exploração tanto da criação de cenários, como de personagens e pequenas narrativas. Com a imaginação a mil, a capacidade de improvisação não lhes faltou!
Também foram criadas histórias e personagens para ser representadas a partir de objectos, de fantoches de dedos feitos nas aulas ou por fantoches e bonecos levados pelos alunos. Os palcos variaram entre janelas, mesas e caixas para fantoches criados pelos alunos. Um saco mágico levou-os a dar um uso criativo aos objectos que continha. Outro ponto de partida para a representação e criação de narrativas foi a interpretação de provérbios tradicionais. Alguns alunos aprenderam como fazer um Storyboard ou como criar uma fotonovela em apenas 6 pontos.
No jogo O que estás a fazer? desenvolveu-se a expressão corporal dos alunos, no Quente e Frio, a sua concentração e capacidade de relacionar formas geométricas simples com a forma de alguns objectos. Concentração e boa memória também foram os ingredientes principais no Jogo das diferenças no espaço.
Em algumas turmas continuam os preparativos para as peças a apresentar no final do ano. Ideias fervilhantes, surpresas, interpretações…o que virá daí?
sexta-feira, 6 de maio de 2011
29ª Semana - Processo Criativo
Esta semana iniciámos o terceiro período, foi tempo para conversarmos um pouco sobre o que os meninos fizeram e o que mais gostaram das férias da Páscoa.
Em algumas turmas demos continuidade ao módulo espaços e objetos, noutras iniciámos o módulo processo criativo, começando por explicar o que é, realizando alguns exercícios e jogos.
Em grupos, foram criadas histórias a partir de objetos, retiradas de arcas do tesouro e malas mágicas. Os fantoches também encarnaram personagens e contaram-nos histórias.
Alguns meninos fizeram a cadeia mimada, apresentando a mímica que lhe foi ensinada ao resto da turma. Através da mímica também, a turma tentou adivinhar o que estava a fazer a equipa que mimava uma ação.
Jogámos ao leitor improvisado, em que a partir de algumas frases inventadas em grupo, criaram um diálogo que nos dava pistas para adivinharmos onde decorria a ação, as personagens e a relação entre elas.
Foram criadas histórias em cadeia, alguns meninos ilustraram a história, apresentando os seus desenhos à turma.
Foram criadas histórias coletivas em que cada menino apenas podia dizer uma palavra, o resultado final foram histórias pequenas mas cheias de imaginação.
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